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terça-feira, dezembro 29, 2009

web2.0 - beabá

Outro dia me pediram um conceito de web2.0 rapidinho...

Qualquer um que quiser entender o tema deve ler pelo menos o artigo de Tim O'Reilly, What is Web 2.0?, que agora tem tradução para o português também.

Quem quiser algumas coisas mais rapidinhas, tem uma referências mais rasteiras:
- Entenda o que é Web 2.0, artigo da Folha
- O que é (afinal) Web2.0, do Educarede
- Profesor 2.0, também do Educarede
- Geração 2.0 (a meninada nessa coisa toda)
- web 2.0, pela wikipedia

terça-feira, dezembro 08, 2009

Gestão na era do blog

A algum tempo, fui entrevistada por uma jornalista, Aline Cornely, e acabei esquecendo de ver no que tinha dado...
Pois bem, hoje, mais ou menos sem querer, encontrei o artigo, Gestão na era do blog, publicado na Revista Escola Pública (11/2008). Apesar de o meu foco nunca ter sido especificamente o blog apropriado por gestores, Aline fez uma leitura dos materiais disponíveis e sacou o que teria de útil para contribuir na discussão. A matéria é um belo percurso entre espaços e falas de pessoas que trabalham com blogs. Ficou interessante...

quinta-feira, julho 16, 2009

Valente - Web 2.0 e Second Life na Educação




Hoje eu participei da palestra do professor Carlos Valente, também autor do livro homônimo. Esta foi a segunda palestra de uma série... então teve coisas que foram comentadas que eu não sei ao certo o que é, como a "avaliação 360º" (???)
Valente começou falando sobre blogs, ou da utilização deles por professores. Uma pena que os professores foram tratados como seres totalmente apartados de tudo o que vem acontecendo na web, devendo incumbir aos alunos que já mantem blog ("alunos 2.0") fazer o "relato" de suas aulas e, solicitar que os outros então comentem neste blog. Poxa, temos dinâmicas tão mais interessantes desenvolvias por tantos professores!
Também me pareceu que a educação foi tratada como um setor do mercado que oferece serviços, alunos são clientes, e que cursos bons são os que tem boa valorização na bolsa de valores. E-learning também foi tratado como uma "ead 3.0": mas e-learning não é aquele conceito já utilizado a tanto tempo, em que estratégias presenciais e online se mesclam em um projeto de educação como um todo?
Outra coisa que me deixou um pouco desejosa foi quanto a abordagem do Second Life. Eu até mandei uma pergunta (que tinha uma primeira parte falando sobre blogs e uma pergunta sobre second life) mas o mediador deve ter achado ela longa demais (ou complexa, falando de coisas que será que ele conhece?) e resolveu ignorar a pergunta.
Bom, se você ficou curioso, pode ver a palestra no link abaixo

2ª VIDEOCONFERÊNCIA de APLICAÇÕES de NOVAS TECNOLOGIAS na EDUCAÇÃO from CARLOS VALENTE on Vimeo.

sexta-feira, maio 22, 2009

com licença, quero comentar mais fácil...

Bom, eu iniciaria este post indicando a leitura de um texto que usou falas de Nelson Pretto, publicada no dia 20/05 no Le Monde Diplomatique Brasil. O texto foi produzido por alunos da Faculdade de Comunicação da UFBA, e aborda temas como o acesso à informação, as licenças de softwares, as formas de produção dos softwares livres.

No início da leitura eu faria apenas ressalvas... Mas, assim como lia, fui vendo que, mais do que "deslizes", tratavam-se de sérios erros conceituais. Fico feliz cada vez que este assunto ganha visibilidade e entra no debate (até para podermos comentar e reconstruir), mas gostaria que todos lessem o texto com atenção.

Seguem então as ressalvas...

- os autores fazem menção aos softwares livres como sendo os quais é possível usar "sem pagar nada". Mas a questão não é exatamente essa... a questão gira sim, em torno da abertura do código, o que permite a rápida difusão dos produtos, a possibilidade de atualizações por qualquer pessoa interessada, de qualquer lugar, contribuindo para uma rede distribuída de desenvolvimento, construíndo desenvolvimento onde antes restava apenas consumir produtos fechados de grandes empresas...

- outro ponto crítico é quando os autores comparam um conhecido sistema operacional proprietário de código fechado com Linux, ingenuamente usado como sinônimo de "software livre". Os autores colocam que tal sistema proprietário apresenta uma "interface amigável", enquanto que "já o Linux, à primeira vista, parece coisa de outro planeta. O usuário comum, acostumado com a interface do Windows e sem conhecimentos aprofundados de informática, demora a habituar-se ao Linux". Não sei exatamente em que os autores se fundamentaram, mas o que temos notado é que, para o usuário que não tem familiaridade com nenhum sistema operacional, a familiarização com os sistemas livres é mais rápida do que com os proprietários... por que? pelo simples fato de que são inúmeras pessoas trabalhando nos softwares livres não só para deixá-los mais bonitinhos, mas para deixá-los mais acessíveis (como um cego consegue usar o windows?), mais leves e utilitários.

- no nosso grupo de pesquisa estamos com uma discussão sobre o termo "usuário", que vem de uma lógica proprietária de que, quem manuseia um computador está simplesmente "usando" um software pronto e acabado, fechado. Porém, com os softwares livres e também com todo esse modo de criação/produção, meio que viral, que tem se difundido (proliferado?) em redes pela web, notamos que estas pessoas, muito mais do que "usar", compartilham, produzem, enviam, transformam, criam os produtos e a própria rede. Alguns autores, como Alex Primo em seu livro Interação Mediada por Computador (Sulina, 2007), propoem outras nomenclaturas, como o interator. Assim, se é ingênuo chamar este sujeito de "usuário", pior ainda é fazer como os autores, que nivelam mais por baixo ainda: "Pensando justamente nesse tipo de consumidor, foi desenvolvido o Ubuntu - Linux for human beings" (grifo meu). Consumidor??? O mais interessante é que logo na sequência aparece uma fala de Nelson, justamente criticando tal ideia: "processo educacional tem que formar um cidadão para que ele seja autor, produtor de conhecimento e de culturas e não só um consumidor de informações" (Pretto, da entrevista)

- em certa hora, já convencida de que os autores da matéria não utilizam qualquer software livre, comecei a me perguntar se estes alunos sequer ouviram o entrevistado ou pensaram no que ele falou... Por exemplo, na sequência, pretendendo mostrar um pouco da expressividade dos softwares livres, os autores apresentam alguns dados de que grandes empresas utilizam estes softwares (será que o objetivo é só andar a contento de grandes empresas?) e que "Salvador, embora ainda não possua filiais de grandes empresas de produção de SL, é referência no desenvolvimento" de software livre (grifo meu). Pois veja bem, se a grande sacada dos códigos abertos é possibilitar um sistema distribuído de produção e não deixar toda a população a mercê de grandes empresas, faz sentido usar este parâmetro para dizer que Salvador também se destaca neste meio? Sim, Salvador se destaca, dentro de um sistema nacional e mundial de produção em rede, com desenvolvedores que tem se empenhado na busca de soluções colaborativas, mas será que isto deve estar atrelado a alguma "filial" de uma "grande empresa"? Repare que, colocando desta forma, parece que desevolvido é quem tem uma "filial" sucumbida aos interesses de multinacionais. Os autores nem pensam na possibilidade de criação de empresas locais, ou, porque não pensar em um meio de produção economicamente mais justo, como as cooperativas (vale a pena ver o exemplo da COLIVRE). Sim, tudo bem, mais afrente, no referido texto, aparecem outras opções, inclusive citam a própria Colivre, mas que "apostam no uso do SL, seja buscando benefícios financeiros ou por ideologia" (grifo meu). Será que, esta "aposta" é, ou por puro benefício financeiro, ou, contrário aos benefícios que um sistema economicamente viável pode proporcionar, por pura "ideologia"? Ou será que nossas ideologias permeiam todas as nossas decisões, inclusive onde vamos empenhar nossos esforços?

- é, inclusive, impressionante como se apropriam das palavras de uma integrante da cooperativa, chegando a seguinte conclusão:"O caso parece simples: as tecnologias desenvolvidas próximas à comunidade possibilitam o retorno mais rápido do capital investido para a própria comunidade." Não acredito que todos os princípios da Economia Solidária tenham sido resumidos a comprar e vender na porta de casa... Talvez seja interessante conhecer a proposta de economia solidária desenvolvida dentro da própria Universidade de tais alunos, a Ufba, como no PSL-BA (que não é um partido, aos que distorcem o que é falado...) ou o BanSol.

- uma ressalva: TWiki não é sistema de comunicação! Quem quiser saber mais sobre o assunto, pode consultar a tantas fontes disponíveis, dentre elas um artiguinho que publicamos recentemente... (TWiki e autoria colaborativa na web2.0: O GEC, seus sujeitos, produtos e processos) [em breve trarei o artigo completo aqui]

- mas o mais inquietante ainda estava por vir: "Em Salvador, o movimento Software Livre cresce quase que escondido, em meio ao frenesi pelos pseudo-super-novos Softwares Proprietários que economizam seu tempo, ou seja, pela sempre nova (e cara!) solução dos seus problemas. A grande sacada é sempre a da multinacional, que pensa de maneira organizada e inteligente na inserção dos seus produtos no mercado." (grifos meus)
Quase que escondido??? Talvez seja interessante que os autores, na semana que está chegando, deem uma passadinha no Free Software Bahia e no III Encontro Nordestino de Software Livre & IV Festival Software Livre da Bahia, que já conta com mais de mil inscritos... ou, para não acharem que é bairrismo, poderiam dar uma passadinha no Fórum Internacional de Softwate Livre (fisl10), que será realizado entre os dias 24 e 27 de junho, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre (RS), e que já conta com 4 mil inscritos (ver matéria na revista A Rede).
A grande sacada é sempre da multinacional? Será que uma única empresa, mesmo que grande, pode ter sacadas mais inteligentes do que uma rede mundial de desenvolvimento? Será que a forma mais organizada e inteligente de pensar é realmente da multinacional?


Bom, assim como falei no início, fico feliz por ver que o tema reverbera escritas... mas é lamentável que isto ocorra com tantos equívocos. Depois de ler este texto, recomendo sua leitura sim, mas é para que possamos utilizá-lo para discutir o que pulula nas ideias de alguns sujeitos.
E a grande questão das licenças, abordada no título, onde foi parar? e a produção coletiva, em rede e distribuída, cujas ações contrárias são criticadas logo no início do texto?
pois bem, com licenças mais flexíveis eu posso comentar (e produzir, e criar, e reconstruir, e editar...) mais fácil... é necessário pensar em um mundo onde, além de consumir, todos possam participar efetivamente em sua construção (isto era a cidadania que Nelson falava, não é?)


veja o texto original:

Com Licença, sim?

A disputa entre aqueles que defendem o uso dos softwares livres e dos que utilizam o softwares proprietários não envolve apenas questões tecnológicas. A escolha do usuário tem efeitos na política, na economia e no desenvolvimento sustentável de um país como o Brasil

veja a "entrevista" completa

quinta-feira, maio 21, 2009

muros e janelas da escola

seguindo na linha das postagens sobre arquitetura e educação, gostaria de citar esta frase que Jarbas achou no blog do Mario:


“A PASSAGEM DA “SOCIEDADE DO CONHECIMENTO” PARA UMA “SOCIEDADE DE CONHECEDORES” VAI ACONTECER NA HORA EM QUE AS ESCOLAS DEIXAREM DE ERIGIR MUROS E COMEÇAREM A ABRIR JANELAS.
(tradução de Jarbas)


A escola, aquela com muros e grades, modelos rigidamente estabelecidos, de fato, não contribui para o senso criativo, para a vontade de conhecer o mundo que vai além de seus muros.
Nesta semana eu estava relendo um texto do Coletivo NTC (grupo de Marcondes Filho), "o ser enquanto modo de existir ou modo de estar" e "movimento de cristalização do ser", do livro Pensar Pulsar. Ali pude relembrar que o homem, no seu estar-no-mundo, não é o centro, nem tampouco consegue fixar centralidades, pois é um dos tantos componentes em interação com uma vasta rede de determinações e relativizações, uma categoria móvel, flexível, oscilante, liberto de essencialismos (pp27). As certezas e os modelos seriam então formalizações, consolidações, cristalizações... que impedem as constantes oscilações e transformações do ser.
Dessa forma
A cristalização é um momento de morte do ser enquanto modo de existir; é o fim das pulsações, o derradeiro ponto de parada do motor que alimenta este próprio modo de existir. Não se nega que daí para frente esse corpo morto continue a se transformar, se decompondo, se transformando, tornando-se outra matéria. Essas mudanças, contudo, não partem de um movimento interndo do ser, que define sua própria existência, mas por ação de agentes outros, num processo de mudança por decomposição, no qual o estado de existir não é mais nucleado por um pulsar orgânico originário e organizador de si mesmo. (pp 29)

Se pensarmos dessa forma, à escola cristalizada só resta decompor-se... Mas quem sabe, depois de decompor-se (quebrar suas partículas em estruturas menores e não tão rígidas), surja novamente a vida necessária para quebrar seus muros e abrir janelas, portas, brechas... ou, quem sabe, articular-se mais organicamente com a sociedade como um todo, com todos os seus espaços (todos de ensino e aprendizagem).


Claro que este é meu olhar sobre esta instituição, mesclada com a lente de uma leitura.
Reconhecer que o objeto de observação é tal em função das própria práticas de observação é um grande passo em direção à dissolução de entidades estáveis, em direção a uma relativização que coloca o modo de estar como fundamento determinante.
Ou seja, eu, enquanto modo de estar, também estou em constante reconstrução, assim como transformo (ou contribuo com sua formação tal como está) todas as estruturas por onde transito (inclusive a escola). O olhar, representado pela escrita de sensações (simulação de uma realidade?), seria então uma pequena cristalização, uma consolidação provisória e, enquanto questionar as estruturas, estará em suspensão.

sexta-feira, março 13, 2009

Virtual World Best Practices in Education (VWBPE)



O Virtual World Best Practices in Education (VWBPE) acontecerá nos dias 27 a 29 de março, no SL.
Para participar é necessário realizar o registro. Também vale a pena ver a entrevista com Phelan Corrimal, um dos organizadores do evento.
Estaremos lá!
E depois trago para cá algumas pitadinhas...

Your Eventbrite Order Number is: 294497851-3932263

Your order is complete and your information has been recorded.

domingo, março 01, 2009

mais sobre arquitetura e educação

Seguindo a linha sobre arquitetura e educação, vale a pena conferir a postagem de Miriam , relatando sobre as aulas de ciências que dava no pátio da escola. Interessantes também são os comentários: da aula de ciências na horta todos lembram, mas os gritos entre tapumes e cimentos todos querem esquecer.

Ensino de Ciências: educação ambiental

Professores de Ciências: estão fazendo o planejamento do ano? lembraram da Educação Ambiental?
Sobre isto vale a pena ver o post de Vanessa sobre Educação Ambiental.

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Depois de 200 anos, até Darwin foi para o Second Life!

No dia 09 passado, em mais um evento da Nature, um grupo de scientistas se reuniu na Elucian Island para discutir a evolução humana: é a seleção natural que tem "moldado" os humanos? se nossa sobrevivência hoje se dá muito mais pelas tecnologias do que propriamente pelos genes, qual a interferência da seleção natural sobre nós? quais as implicações para as gerações futuras levando em consideração nossos habitos de vida não tão saudáveis (sedentarismo, queda na taxa de natalidade, pais cada vez mais velhos, alimentação, agrotóxicos...)? o que vai acontecer no próximo milênio?

Auditório da Elucian, onde aconteceu o debate promovido pela Nature

Mas este não é apenas um assunto de uma nata acadêmica. Alunos da Universidade de Cincinnati recriaram a Ilha de Galápagos de onde qualquer avatar pode retraçar os passos de Darwin a bordo do Beagle na fiagem que fez em 1832 rumo a América dos Sul.
The virtual Galapagos Archipelago being re-created by the University of Cincinnati

Em entrevista para Educase, Chris Collins (Fleep Tuque) e Ronal Millard explicam que recriaram a ilha através de um mapa digital de elevação (DEM), e uma equipe trans-disciplinar pesquisou e está criando réplicas das espécies encontradas por Darwin na ilha, como esta iguana:
Model of a land iguana being created for the virtual Galapagos Islands
No artigo Kenneth Petren faz uma importante ressalva quanto ao conteúdo disponibilizado e as adequações necessárias:
"The landscape is a central part of the Galapagos experience, and it is difficult to convey the sense of scale with photos in a book or lecture. Instructors can use Second Life to nest core principals of science and engineering within their larger context, resulting in a great benefit for the students. It is simply much more exciting to explore and discover things, much like Darwin did during the voyage of the Beagle."


Qual importância de uma empreitada como essa? Os próprios autores respondem no artigo:
"Nothing can replace visiting the real Galapagos Islands, of course, but in avatar form, a visitor (faculty, student, or member of the public) can explore and much more easily visualize the relative scale of terrain and life forms and can witness the diversity of species first recorded and reported by Darwin. And through the collaborative tools of the Second Life platform, faculty can share research, create 3D models and data visualizations, and hold virtual seminars that can be attended by students and the public, even if they can’t visit the physical University of Cincinnati campus or the real Galapagos Islands."
[veja tb notícia na página da universidade, mostrando como os exemplares foram construídos]


É uma pena, mas ainda não está aberto ao público... Por enquanto podemos ver o Beagle e ler um pouco mais sobre o roteiro traçado por Darwin, na própria Elucian




passeio a partir da ilha Elucian, veja o detalhe do painel abaixo

ali é possível retraçar o caminho percorrido por Darwin, parada por parada (inclusive em Salvador)

vc tb pode vestir a mochila com os instrumentos de exploração, pegar a bússola (esquerda) e seguir as anotações do caderninho de Darwin (direita)

Mais Darwin

Falando dos 200 anos de Darwin, não poderia deixar de indicar algumas leituras:

Galapagos Islands in Second Life - veja comentário no post seguinte
Darwin 200
Especial da Nature
Darwin Online - onde tem um áudio book com o diário que Darwin fez no Beagle
Parabéns Mr. Darwin - Texto de Nelson Pretto publicado no Terra Magazine
Darwin, ciência e tecnologia - texto de Nelson Pretto publicado no Jornal A Tarde










quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Aprender a aprender

Vale a pena ver a postagem Aprendendo a Aprender com as Tic, de José Carlos, que traz um caso em que professores se deparam com a necessidade de aprender a aprender através das tecnologias de informação e comunicação, explorando também características de professores tradicionais (que ele chama de de Professor Web 0.0) contrastando-as com outras características dos professores que constantemente esforçam-se a aprender a aprender.

sábado, janeiro 10, 2009

Education Support Faire!

Janeiro é mes quente no Second Life: Education Support Faire!

Segundo o blog oficial, depois de notarem a expansão das atividades acadêmicas no second life, utilizando diversos recursos e estratégias, resolveram criar este evento para auxiliar os que estão com dúvidas e promover o encontro entre os interessados nesta área.

O evento acontecerá de 25 a 30 de janeiro, no Supporte /151/152/36.

Nos encontramos lá!