Mostrando postagens com marcador web 2.0. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador web 2.0. Mostrar todas as postagens

terça-feira, maio 15, 2012

Convite para lançamento de livro

É com muito prazer que divulgo o convite para lançamento de livro onde tenho um capítulo junto com meu orientador do doutorado, Nelson Pretto:


segunda-feira, maio 24, 2010

Do MEB à WEB: o rádio na educação

No dia 1o de junho será lançado o livro Do MEB à WEB: o rádio na educação, do professor Nelson Pretto (UFBA) e Sandra Tosta (PUCMG), publicado pela editora Autêntica. No dia vai acontecer um evento legal, em que a RádioFacedWeb vai transmitir e vai ter uma programação toda especial. Junto do lançamento, também teremos o lançamento da peça radiofônica A Vida de Franz Biberkopf, de Alfred  Döblin, direção Gideon Rosa, além da apresentação de uma adaptação de um dos programas de rádio do Movimento de Educação de Báse (MEB) - década de 60, também com direção de Gideon Rosa.

Para ver a sinopse do livro e saber mais detalhes sobre o que vai acontecer, visite Educações - o blog do Grupo de Pesquisa em Educação, Comunicação e Tecnologias.

Não deixe de conferir a programação na RádioFacedWeb.

E o evento também está repercutindo em vários locais (clique na imagem e navegue pelos blogs):

terça-feira, dezembro 29, 2009

web2.0 - beabá

Outro dia me pediram um conceito de web2.0 rapidinho...

Qualquer um que quiser entender o tema deve ler pelo menos o artigo de Tim O'Reilly, What is Web 2.0?, que agora tem tradução para o português também.

Quem quiser algumas coisas mais rapidinhas, tem uma referências mais rasteiras:
- Entenda o que é Web 2.0, artigo da Folha
- O que é (afinal) Web2.0, do Educarede
- Profesor 2.0, também do Educarede
- Geração 2.0 (a meninada nessa coisa toda)
- web 2.0, pela wikipedia

quinta-feira, julho 16, 2009

Valente - Web 2.0 e Second Life na Educação




Hoje eu participei da palestra do professor Carlos Valente, também autor do livro homônimo. Esta foi a segunda palestra de uma série... então teve coisas que foram comentadas que eu não sei ao certo o que é, como a "avaliação 360º" (???)
Valente começou falando sobre blogs, ou da utilização deles por professores. Uma pena que os professores foram tratados como seres totalmente apartados de tudo o que vem acontecendo na web, devendo incumbir aos alunos que já mantem blog ("alunos 2.0") fazer o "relato" de suas aulas e, solicitar que os outros então comentem neste blog. Poxa, temos dinâmicas tão mais interessantes desenvolvias por tantos professores!
Também me pareceu que a educação foi tratada como um setor do mercado que oferece serviços, alunos são clientes, e que cursos bons são os que tem boa valorização na bolsa de valores. E-learning também foi tratado como uma "ead 3.0": mas e-learning não é aquele conceito já utilizado a tanto tempo, em que estratégias presenciais e online se mesclam em um projeto de educação como um todo?
Outra coisa que me deixou um pouco desejosa foi quanto a abordagem do Second Life. Eu até mandei uma pergunta (que tinha uma primeira parte falando sobre blogs e uma pergunta sobre second life) mas o mediador deve ter achado ela longa demais (ou complexa, falando de coisas que será que ele conhece?) e resolveu ignorar a pergunta.
Bom, se você ficou curioso, pode ver a palestra no link abaixo

2ª VIDEOCONFERÊNCIA de APLICAÇÕES de NOVAS TECNOLOGIAS na EDUCAÇÃO from CARLOS VALENTE on Vimeo.

terça-feira, abril 07, 2009

web semântica

Ano passado tive a grata oportunidade de ouvir Pierre Lévy em uma palestra, em que ele retomava alguns de seus conceitos clássicos, além de apontar as principais características da atual web, bem como os próximos desafios em seu desenvolvimento. Quando a web começou a ser representativa, ela se destacava por ser uma imensa enciclopédia, como o próprio Lévy (1999) já destacou. Alguns sujeitos planejavam e publicavam conteúdo, que era disponibilizado por meio de grandes sevidores... o que modificava um pouco os centros produtores e o tempo de produção de conteúdo/informação, afinal, publicar na web era um pouco mais rápido do que publicar um livro, por exemplo.
Mas, com o passar do tempo, com algumas demandas apresentadas pela sociedade e o desenvolvimento de algumas soluções tecnológicas (nem estas mais produzidas apenas em centros de tecnologia), a produção de conteúdo mudou ainda mais. Hoje qualquer sujeito com acesso a internet publica nela o que quiser. Lembro que no primeiro livro que li e Lévy, ele colocava um exemplo de um amigo que procurava outra pessoa e, através de um extenso caminho percorrido em diversos sites, tiveram algumas pistas que os levaram a encontrar tal pessoa. Que diferença... hoje a maioria dos meus amigos, amigos dos meus amigos, conhecidos distantes, todos estão a distância de dois ou três cliques! E não são apenas algumas pequenas pistas: são suas vidas inteiras e comentadas (que o digam meus colegas de academia com seus lattes, o "orkut acadêmico"), suas redes de amizades e comunidades as mais diversas, seus blogs, twitters, blogs dos amigos que remetem para eles através de feeds... enfim se a algum tempo eu poderia ter algumas pistas de uma ou outra pessoa, hoje uma legião enorme de pessoas constrói seus próprios passos na/com a web.
Isto transformou, inclusive os modelos de negócios, pois, mais do que nunca, é muito vantajoso saber os hábitos dos meus potenciais clientes (inlusive identificá-los neste "mar de gente"). Por exemplo, o google (AdWords) promete deixar o produto de qualquer empresa a dois ou três cliques de todos os seus clientes em potencial, que, por sua vez, vão recheando um imenso banco de dados.
A produção cultural também tem alterações significativas, principalmente por, além de consumirmos informações, também podermos produzir tantas outras com a cara da nossa cultura local, com visibilidade global, não apenas em texto, mas em qualquer linguagem a qualquer momento (principalmente com os editores online - a web como plataforma - que agilizam imensamente as trocas de informações e sua publicação, bem como potencializam as produções colaborativas entre sujeitos nos mais diversos cantos do mundo).
Com tanta informação era previsível que alguns problemas viriam à tona, como, por exemplo, a recuperação delas: como encontrar uma informação no meio de tantas? A classificação dos conteúdos por palavras chave/tags contribui para a indexação, mas ainda não dá conta da problemática. Pelo princípio da folksonomia, cada sujeito pode classificar os conteúdos que publica, agregando seu banco de dados a inúmeros outros criados por outras pessoas. Mas como fazer estes bancos de dados se comunicarem?
Nisto surge a web semântica, apontada por Lévy (naquela palestra) como o grande desafio para a web atual, chamada por alguns de web 2.0. Se cada pessoa tem a possibilidade de classificar seu conteúdo, ela vai fazê-lo guiada por seu quadro semântico-cultural (como ela entende o conteúdo e como se expressa para designar-lhe palavras-chave ou tags) e é daí que surgem os problemas: como criar um sistema que reconheça como semelhantes palavras nas mais diversas línguas, em plural/singular, expressões, sinônimos, palavras iguais com significados diferentes, neologismos, eventuais palavras escritas de forma incorreta, que consiga ser atualizado tão rápido quanto são criadas as tags e suas relações... A solução seria criar uma web que "entendesse" seu próprio conteúdo, sendo que ela própria o classificaria. É deste desafio que se ocupa a web semântica. Um exemplo disso é o grupo do próprio Lévy, IEML (Information economy meta language).

Nesta semana, eu e uma amiga, discutindo sobre este tema, encontramos um texto muito elucidativo de Sérgio Amadeu da Silveira(O que é web semântica?), do qual tiramos algumas conclusões (3):
1. a web não faz parte de nossas vidas apenas para acessar, mas nos comunicamos e criamos conteúdo, o que deve ser facilmente recuperado por quem criou ou qualquer outra pessoa
2. isso chama a atenção para os sistemas de indexação, pois os bancos de dados tradicionais não dão conta da complexidade e diversidade desta nova rede que emerge de tanta produção e criatividade individual e de novos coletivos (existe um novo conceito: os metadados, a web precisa "entender" a si mesma)
3. o tem tem demandado maiores esforços é na solução tecnológica que da conta da nova (e sempre em renovação) semântica da web: como fazer com que máquinas entendam o que as pessoas (com todas as singularidades da linguagem pelo mundo) escrevem, falam, desenham, filmam..., de forma que seja facilmente recuperável por quem criou ou qualquer outro



Disto tudo ficamos com algumas dúvidas, como isso muda o processo de produção, disponibilização e busca de conteúdos? Isto altera a estrutura da rede? Altera a educação? Eu penso que sim, mas precisamos aprofundar mais. Por isso nosso próximo passo vai ser no sentido de entender um pouco mais as alterações provocadas pela web na própria web (ou pelas pessoas e seus processos através da web), bem como traçar paralelos com nossos processos investigatórios.

Para quem quiser saber mais sobre web semântica, seguem alguns testículos:
SILVEIRA, Sérgio Amadeu da.O que é web semântica?. Revista ARede, Edição nº14 - maio/2006
W3C. Consórcio para o desenvolvimento da World Wide Web.

Qual o sentido da web? Revista ComCiência.
Tim Berners-Lee. Semantic Web Road map
A web inteligente - Blog da Tati
A web semântica é uma extensão da web tradicional
Entrevista com Pierre Levy e Rogério da Costa
Pierre Lévy: Nós em nós todos
Entrevista com Lévy p Estadão
Relato de uma experiência
Comentários sobre a entrevista com Ted Nelson no Roda Viva; ou, um visionário em busca de um software.
Cartografia da Web: um sistema de coordenadas proposto por Pierre Lévy

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Aprender a aprender

Vale a pena ver a postagem Aprendendo a Aprender com as Tic, de José Carlos, que traz um caso em que professores se deparam com a necessidade de aprender a aprender através das tecnologias de informação e comunicação, explorando também características de professores tradicionais (que ele chama de de Professor Web 0.0) contrastando-as com outras características dos professores que constantemente esforçam-se a aprender a aprender.

segunda-feira, janeiro 12, 2009

@tic: Contenidos digitales, web 2.0 y licencias Creative Commons

Passeando pelo blog Vamos Blogar? encontrei a referência muito interessante desta revista:
@tic Revista d'Innovació Educativa de la Universitat de València, é dedicada a «Contenidos digitales, web 2.0 y licencias Creative Commons».

@tic. revista d'innovació educativa es una publicación electrónica de la Universitat de València disponible en acceso abierto y dedicada principalmente a las relaciones entre la innovación docente y las tecnologías de la información y la comunicación (TIC). @tic nace como evolución natural del refuerzo que la UV ha dado en los últimos años a la confluencia entre las TIC y la actividad docente en un momento en el que ésta se vuelve tan importante como la actividad investigadora.

A estrutura da revista é interessante:

  1. Artículos científicos.
  2. DocenTIC (selección de experiencias TIC).
  3. Evaluación de herramientas.
  4. Sala de lectura (reseñas).
  5. La Pérgola (aportaciones de estudiantes).
O primeiro número foi lançado em 22 de outubro de 2008. Neste número encontramos vários textos sobre desenvolvimento de soluções para cursos das "áreas duras" (Contabilidade, Matemática, Engenharia, Fisiologia...) em ead ou ferramentas digitais, além de relatos de casos da Universidade de Valência.
Ela está com fluxo de artigos para o próximo número aberto até 10 de abril de 2009.

quinta-feira, dezembro 18, 2008

dicas sobre blogs

Coisas interessantes para registro:

PROA17
COSTA, Iris ; GUTIERREZ, Suzana ; SILVA, Mara. Oficina de Blogs na Educação do Curso de Especialização em Informática na Educação - turma A . Porto Alegre: UFRGS, 2007. Disponível em http://proaufrgs.blogspot.com. Acesso em 17 mai 2007.

este é um curso sobre blog, muito bom

EDU20
Wiki criado para ser um repositório, em português, de recursos de web 2.0 que possam ser utilizados em atividades e projetos educacionais

Bloglines
agregador de feeds

quarta-feira, dezembro 03, 2008

TWiki e autoria colaborativa na web2.0: O GEC, seus sujeitos, produtos e processos

ontem, com muita felicidade, recebemos o cd com os anais do Encontro sobre Web 2.0, onde eu, Rita, Sule e Géssica temos um trabalhinho publicado:
TWiki e autoria colaborativa na web2.0: O GEC, seus sujeitos,
produtos e processos
quem quiser conferir, o resumo está na página do evento (blog)!

quarta-feira, outubro 22, 2008

Pierre Levy em Salvador - Fronteiras do Pensamento

Ontem tivemos a luxuosa possibilidade de participar da palestra de Pierre Lévy em Salvador, através do programa Fornteiras do Pensamento.*, **
Por incrível que pareça, a vinda dele foi possibilitada porque outro palestrante não pôde vir.

Mas foi ótimo. Foi um apanhado fantástico de muitas das coisas que ele já apresenta em seus livros. Ele se deteve um pouco no aspecto de que a nossa sociedade e formada por camadas sobrepostas, ou extratos, da oralidade, da escrita, do alfabeto, chegando até a comunicação em rede. Esta, por sua vez, tem toda uma evolução histórica que a configura da forma como é na atualidade. Ele apresentou isso também na forma de camadas, que mais ou menos se sobrepoem (uma não elimina a outra, mas a transforma).
Ele fez um apanhado desta tendência da web 2.0, com seus espaços comunicacionais, reforçando ainda mais a sua teoria da inteligência coletiva. E, neste aspecto, chegou ao ponto que mais se deteve em sua palestra: a web semântica.
Vejamos, se eu me localizar em uma época onde as informações chegam até as outras pessoas através de livros, o caminho para achar a informação é ir até onde se concentram os livros, como por exemplo uma biblioteca, que usa um sistema numérico para classificar e organizar seus materiais. Porém hoje, com a web 2.0, como cada um é potencialmente autor de conteúdo, eu tenho uma infinidade de fontes de informação. Esta informação, por sua vez, é produzida dentro do repertório de cada um, e não de acordo com um jargão padronizado acadêmico. Hoje temos uma infinidade de informações sendo produzidas e divulgadas em todas as línguas (e não apenas em algumas dominantes), com vocabulários tão peculiares quanto a produção desta informação.
Então a web caminha para um grande emaranhado de informações disconexas? Estamos caminhando para que isto não aconteça, por isso o esforço deste pesquisador e seus colaboradores: desenvolver uma web semântica que reconheça e interligue aspectos similares e próximos de um certo tempo, ao mesmo tempo que afaste os aspectos que não dizem respeito ao mesmo tema.
A complexidade desta intenta pode ser parcialmente visualizada através do social bookmarking. Pra quem não conhece, bookmarkink é esse sistema de marcadores (tags) que cada um usa para classificar suas coisas (fotos, vídeos, posts do seu blog...). O social bookmarking é quando eu construo este sistema de marcadores com outras pessoas, partindo do que já foi construído e colabaroando com um conjunto que é disponibilizado para os outros. Eu posso convidar amigos ou construir isto em um espaço "público". Temos exemplos disso como o Delicious, o Digg, Rec6, ou mesmo o Technorati.
Isso funciona mais ou menos assim: eu classifico o meu material de acordo com algumas palavras-chave. Outra pessoa faz o mesmo. E outras também. O sistema então vai agregando tudo o que é marcado com uma determinada palavra. Isso é muito legal, porque cria um sistema de indexação voltado para o que e como é produzido, pois eu passo a ter assuntos novos (fenômenos que não existiam a algum tempo atrás e, portanto, não fazem parte dos sistemas de indexação tradicionais). Esse sistema de indexação onde o próprio produtor escolhe como seu material deve ser marcado, privilegia as linguagens próprias de sua produção, pois não faz sentido se eu produzo alguma coisa sobre a cultura baiana mas tenho que indexar esta produção com palavras padronizadas de um sistema americano...
Por outro lado, isso cria uma verdadeira balbúrdia linguística:
- existem diferentes palavras para falar da mesma coisa: como uma máquina vai saber que estamos falando da mesma coisa?
- se eu classificar meu material com a palavra no singular e vc no plural, caímos na mesma pergunta anterior...
- neologismos, siglas...
- tem também o fato de que uma mesma palavra tem vários significados: como uma máquina vai saber se eu falo da broca da furadeira ou da broca (aquele verme) que comeu a minha roupa?
- e sem falar também isso que eu coloquei acima das línguas: hoje temos muito mais visibilidade para as diversas línguas faladas no mundo. Se a algum tempo atrás o que determinava a língua em que um material seria publicado eram os grandes centros produtores de informação (a maioria concentrado em locais onde a língua inglesa é falada), hoje o que determina a língua da publicação é a língua falada pelo próprio autor, uma vez que a informação é publicada sem intermediários... Imagine o que isto representa para a língua chinesa por exemplo.
- ainda na questão das diferentes línguas faladas, temos o fato de que nenhuma língua é estática, a menos que já esteja morta (e mesmo assim ainda tem diferentes ressignificações..). Ou seja, se eu classifiquei meu material com uma palavra usado hoje, quem garante que ela ainda estará em uso daqui a alguns anos?

eu ainda acrescentaria outro aspecto nesta lista de Lévy, que estamos passando agora aqui nos países de língua portuguesa: vamos passar por uma reforma ortográfica que vai mudar a grafia de várias palavras e, mais do que isso, vamos conviver durante alguns anos com diferentes formas de grafias e, depois destes anos, é provável que isso tudo resulte em uma terceira forma de escrita que não temos a menor idéia de qual será!

Depois disso tudo, fica até difícil de entender como as pessoas se entendem... Mas se entendem justamente pelo aspecto humano das relações, e talvez aí resida a provável solução para o problema da web semântica: as redes sociais estão sendo cada vez mais apropriadas por diferentes pessoas, em diferentes contextos sociais, tornando as comunidades virtuais cada vez mais povoadas por diferentes vozes, que as vão construindo e reconstruindo a cada dia que passa.

Mas essa é a minha maneira de ver o assunto...

Nem todo mundo analisou desta forma. Um exemplo foi o próprio Muniz Sodré, que não concordou com uma série de aspectos abordados na palestra de Pierre Lévy, como a questão do tempo-espaço e as relações econômicas. Ele fez comentários, inclusive, que me deixaram bastante inquieta. Tão inquieta que pretendo fazer outra postagem dedicada a comentar tais comentários (desculpe pela redundância)

Vale a pena ver também como os jornais locais registraram o evento:
A Tarde: Pierre Lévy vê evolução da web com otimismo
Tribuna da Bahia: Conversa sobre Cibercultura
A Tarde (entrevista): "Estamos na pré-história da civilização digital"

Sule, que tava comigo, tb comentou lá no blog dela!

* a foto de Pierre Lévy foi retirada do site do evento, acesso em 22/10.
** este foi o ingresso que eu usei. Foto minha.

sábado, junho 28, 2008

Second Life e Educação - Capítulo Rio

Aconteceu hoje, no Rio, o evento
Second Life e Educação - Capítulo Rio
Web 2.0 - Second Life - Software Livre
Novos Ambientes para uma Nova Educação!!
foi transmitido dentro do Second Live, no Fortes Perez Cultural, onde eu estava presente.

eu no auditório do evento.
tinha que tirar uma fotinha junto do cartaz...


apesar de prestigiado por poucas pessoas, o evento teve momentos muito interessantes.

eu e alguns outros poucos participantes
instantes antes da visita a unisinos


Um estes momentos ímpares foi quando fizemos uma visita virtual às instalações da Unisinos, visitando sua Biblioteca, auditório, sala do grupo de pesquisa GPe-Du Unisinos, instalações idênticas às que existem no campus "físico" daquela universidade, bem como instalações virtuais, com espaços destinados à publicação de tutoriais, artigos e alguns outros conteúdos digitais interessantes.

esta era a visão do palestrante
eu sou esta fazendo pose p a foto na primeira fileira

Outro momento muito interessante foi a palestra de Nakamura (Nakamura Offcourse) que, diferentemente do que foi anunciado, mas não menos interessante, abordou aspectos da web2.0. Ele trouxe elementos como a tendência de a web substituir os pacotes de softwares que precisam ser instalados no computador e os bancos de dados que eram presos às máquinas. Muito do que ele abordou contribuiram para a reconstrução do artigo sobre Twiki que estamos construindo e outro artigo sobre Bordas de nuvens (que em breve estará disponível)...
Nakamura inseriu neste contexto de web 2.0 o second life e, posteriormente, o sloodle, abordando aspectos como, inclusive, a instalação do sloodle. Além disso ele percorreu algumas das possibilidades do sloodle. Foi uma pena, ele não aprofundou estes elementos.

Outro aspecto que me deixou bastante desejosa foi que os organizadores não disponibilizaram os vídeos e demais materiais utilizados pelos palestrantes.

Para quem ficou com vontade, vale a pena entrar na página do evento e, em alt tab, ir visitando espaço por espaço dentro do second life. Muitas surpresas...