Mostrando postagens com marcador leituras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador leituras. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, dezembro 10, 2010

a palavra é o domínio sobre o mundo

Hoje eu vi uma twittada de SoniaBertocchi que me deixou intrigada

Na verdade eu já havia visto esta frase em outras vezes, mas, como nosso olhar é construído pelas nossas vivências, hoje me chamou mais a atenção.

Minha liberdade é escrever. A palavra é o meu domínio sobre o mundo ~ Clarice Lispector


Seria correto, então, afirmar que nossa atuação no mundo depende das coisas que conhecemos?
Me parece que não é uma relação linear entre número de coisas que "dominamos" ou que conhecemos e nosso poder sobre o mundo. Apesar disso, também me parece verdadeira a relação de que quanto menos eu sei, mais fácil será para outros sujeitos me dominarem.
Ao mesmo tempo, venho argumentando que a construção de conteúdos digitais, pela forma com que os sujeitos se aproximam das situações e dos conceitos, contribuem para a promoção dos conhecimentos dos sujeitos. A busca pelos conceitos científicos, o conhecimento da situação e a familiaridade com as tecnologias seriam condições necessárias que o sujeito fosse se aproximando ao construir seus conteúdos digitais. E daí minha inquietação: seria correto afirmar que, se os sujeitos tem acesso livre à informação e aos meios de produção, tendo a possibilidade de escrever e editar (criar informações novas), eles teriam maior domínio sobre o mundo?

Não concordo de todo com isso (mas em algumas partes sim), mas gostaria de ver o que os leitores pensam...

sexta-feira, dezembro 18, 2009

Olhares da rede

Segue uma indicação de leitura

(do site)

UMA VISÃO SOBRE OS OLHARES DA REDE
Este livro traz o debate sobre as idéias de cinco autores que pensam o universo das redes digitais. Surgiu das rodadas de leitura crítica que realizamos na Cásper Líbero como uma das atividades do Grupo de Pesquisa de Comunicação, Tecnologia e Cultura de Rede. Yochai Benkler, Manuel Castells, Henry Jenkins, Lawrence Lessig e Douglas Rushkoff são utilizados em nossas reflexões sobre a cibercultura e formam um grupo de pensadores cujas idéias inspiram algumas de nossas investigações, de mestrado e de iniciação científica.

Sergio Amadeu da Silveira
Prof. Titular do Mestrado da Faculdade Cásper Líbero