sexta-feira, dezembro 26, 2008

Etnografia digital - Parte II

Só tenho a agradecer a Sú, que deu a dica do livro de Christine Hine, Etnografia Virtual*

achei um pedacinho do começo do livro (cap1) aqui

O blog Etnografia no virtual apresenta uma pequena análise de uma palestra (III CONGRESO ONLINE DEL OBSERVATORIO PARA LA CIBERSOCIEDAD , 2006/2007 ) [tem outras palestras muito interessantes tb] proferida por Hine autora, de onde pode se destacar a questão que já me inquietava desde a elaboração do projeto de doutorado:
Há algum elemento distintivo na etnografia virtual? Ou a etnografa virtual é unicamente a mesma etnografia clássica com um novo objeto de estudo: Internet.

o evento foi organizado pelo grupo de trabalho do OCS ‘Etnografias do digital’/EtnoVirtual, onde encontrei uma gama enooooorme de bons textos sobre o assunto

No blog Netnografando também encontrei referências interessantíssimas, como:
WILLIAMS, Matthew. Avatar watching: participant observation in graphical online environments. Qualitative Research, v.7, n. 1, p. 5-24, 2007.
e
“A netnografia é a abertura das portas do tradicional método etnográfico para o estudo de comunidades virtuais e da cibercultura. Originado no campo da Antropologia, o método etnográfico “consiste na inserção do pesquisador no ambiente, no dia-a-dia do grupo investigado” (VERGARA, 2005, p. 73, 195). [ VERGARA, Sylvia Constant. Métodos de pesquisa em Administração. São Paulo: Atlas, 2005. ]

de quebra, encontrei um estudo etnográfico no SL, apresentado no Conbrace 2007 (Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte):
Second Life: o lazer em um ambiente de sociabilidade na internet, de Rogério Santos Pereira





* HINE, Christine. Virtual Ethnography Londres: Sage Publications, 2000.
Sinope:

La autora propone una nueva etnografía de Internet basada en el estudio de hechos mediáticos concretos, donde la Red juega un papel, por un lado, de instancia de conformación cultural, y por otro, de artefacto cultural construido sobre la comprensión y expectativas de los internautas. Asimismo, analiza las nociones, exageraciones, mitos, significados e implicaciones de la “vida en la Red” demostrando que ésta no trasciende las nociones tradicionales de espacio y tiempo, sino que, mediante la barrera del offline / online, genera múltiples órdenes en ambos campos. Finalmente, refuta el argumento postmodernista de que Internet es un lugar donde, inherentemente, no tienen cabida ni la identidad ni la autenticidad.
Reseha um pouco mais detalhada aqui

quinta-feira, dezembro 18, 2008

Etnografia digital

Vendo este vídeo

retomei minhas buscas sobre etnografia digital e netnografia.

Vale a pena ver estes links que separo abaixo:

O que é edu2.0?
Etnografia digital (ESPM)
Etnografia Digital: uma imersão antropológica no mundo do Youtube
Cultural Anthropology and Digital Ethnography
ETNOGRAFIA DIGITAL NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E USO DE JOGOS ELETRONICOS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
ESTUDO DOS BLOGS A PARTIR DA NETNOGRAFIA: POSSIBILIDADES E LIMITAÇÕES

dicas sobre blogs

Coisas interessantes para registro:

PROA17
COSTA, Iris ; GUTIERREZ, Suzana ; SILVA, Mara. Oficina de Blogs na Educação do Curso de Especialização em Informática na Educação - turma A . Porto Alegre: UFRGS, 2007. Disponível em http://proaufrgs.blogspot.com. Acesso em 17 mai 2007.

este é um curso sobre blog, muito bom

EDU20
Wiki criado para ser um repositório, em português, de recursos de web 2.0 que possam ser utilizados em atividades e projetos educacionais

Bloglines
agregador de feeds

terça-feira, dezembro 16, 2008

estudante digital no second life

No dia 02 de dezembro o jornal The Guardian lançou um caderno especial com o nome Estudante Digital. Uma das matérias aborda o Second Life, onde é questionado se este seria o novo grande ambiente na educação.
Ao longo da matéria o autor traz alguns exeplos de espaços no Second Life utilizados por alguns professores, como o Leicester's Media Zoo. Eu ainda não conheço, mas vou explorar este espaço e em breve trago novos comentários.

Vale a pena também ver o comentário que meu orientador faz em seu blog, comentando alguns aspectos gerais do caderno Estudante Digital.

Abaixo transcrevo na íntegra uma das três partes do caderno:


Is there a Second Life for teaching?

Blank electronic canvas or pointless digital exercise - are virtual online environments the next big thing in education?

Second Life

Professor Gilly Salmon with her Media Zoo avatar Genevieve Simons in Second Life

The immersive, three-dimensional environment of Second Life is often seen as the latest frontier of education's ever-tightening embrace of new technology. The internet-based virtual world, which allows its users to interact using avatars that float around a vast electronic landscape, has been heavily colonised by higher education institutions since its genesis a little over five years ago. But how useful to educators is it?

Very, argues Gilly Salmon, head of the Beyond Distance Research Alliance at the University of Leicester, and a Second Life evangelist. "It's natural in society that if you put a professor in front of a group of students you will always get a degree of reticence, whereas if the professor is an avatar, it is simply not the same," she says.

Salmon pioneered Leicester's Media Zoo, a cutting-edge research lab that was first established in the physical space of the university to help academics experiment with new technology, and staked out a space in Second Life about 18 months ago. The Media Zoo's Second Life island provides a space in which students, researchers and teachers can experiment with learning in a virtual world.

Salmon believes that Second Life constitutes a good example of "edutainment" - the idea that students are more likely to learn if they are first amused. An example of how this works in practice is the programme developed for archaeology students at Leicester. While learning about the ancient culture of the Sami, the indigenous people that live in the area we call Lapland, the students used Second Life to meet in a virtual representation of one of the tents that the ancient nomads would have used for worship.

"Instead of the students looking at a diagram in the classroom discussing what it would have been like, they were able to go into the tent and experience it and take part as if they were members of the society," says Salmon.

While students reacted positively to the experience, getting them into the virtual world can prove difficult, she says. A recent Jisc/Mori report indicated that Second Life remained the least popular technological pursuit among students.

As many as 76% have never, or only rarely, stepped inside a virtual world, and some students polled thought that environments such as Second Life were "sad".

"I think the average person in Second Life is white, middle-class and over 35," admits Lawrie Phipps, manager of the Users and Innovation Programme at the Jisc. "It's not the easiest and most intuitive tool to use, and because it's not a game - it's just an environment - some people initially go in and wonder why they are there."

Nevertheless, Phipps says that perseverance can reap rewards. "If you are an art and design student, then you have a canvass without boundaries," he says. "Philosophy students can act out roles, and researchers have a safe environment to observe people. The nice thing about Second Life is that the tangible benefits are whatever you need them to be."

sexta-feira, dezembro 12, 2008

apresentaçao de tese Simone Lucena


Hoje a tarde tivemos a defesa de tese de nossa colega Simone Lucena.
Na foto vemos nosso orientador, Nelson Pretto, acompanhando online.

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Casal inglês se separa após traição no Second Life

mais uma do Second Life...

essa saiu do blog Escolhendo a Pílula Vermelha:

Terça-feira, Novembro 18, 2008

Casal inglês se separa após traição no Second Life

Quando o virtual invade a vida real... Esta notícia foi divulgada pela imprensa mundial no dia 14 de novembro e vai de encontro a uma crescente tendência de se estabelecer relações interpessoais através da web, até mesmo no mais alto grau de intimidade...

  • A britânica Amy Taylor, 28, pediu divórcio de seu marido na vida real depois de flagrá-lo em um encontro íntimo com uma avatar no Second Life (SL)....

quarta-feira, dezembro 03, 2008

TWiki e autoria colaborativa na web2.0: O GEC, seus sujeitos, produtos e processos

ontem, com muita felicidade, recebemos o cd com os anais do Encontro sobre Web 2.0, onde eu, Rita, Sule e Géssica temos um trabalhinho publicado:
TWiki e autoria colaborativa na web2.0: O GEC, seus sujeitos,
produtos e processos
quem quiser conferir, o resumo está na página do evento (blog)!

terça-feira, novembro 25, 2008

Artigo sobre blogs e ensino de Ciências

Hoje, com muito gosto, descobri um recente artigo de uma colega de faculdade:

Blogs: relacionando o ensino de Ciências naturais com as situações reais da comunidade

Ele foi publicado na revista



em 01 de novembro de 2008.


Para quem quiser saber mais sobre a articulação entre blogs e ensino de Ciências, indico aqui também um artigo que eu publiquei sobre formação de professores:
HALMANN, A. L. . Comunicação e formação em mídias digitais: novas práticas sociais na formação de professores de Ciências. Revista de Estudos da Comunicação, v. 8, p. 165-171, 2007.

quarta-feira, novembro 19, 2008

pra descontrair

direto do livrinho de piadas do meu vô...


Se mexer, pertence à Bilogia
Se feder, pertence à Química
Se não funcionar pertence à Física
Se ninguém entende, é Matemática
Se não faz sentido, é Economia
Se não mexe, não fede, não funciona, ninguém entende e não faz sentido... Com certeza é informática!

quarta-feira, novembro 12, 2008

livros de Pierre Lévy

você sabia q vc pode baixar algumas obras de Pierre Lévy, como Cibercultura, O que é Virutal e As Tecnoligias da Inteligência???
fica então a dica...

segunda-feira, novembro 03, 2008

Referências sobre Educação e Second Life

No site de Mark Pepper encontramos uma relevante lista de links (sites, revistas, livros...) que abordam a relação entre Educação e Second Life

The following bibliography is constantly evolving and is merely reflective of a range of the more interesting, relevant, and popular sites concerning education in Second Life. Help build the resource by submitting either your own favorites or even your own website. Send email to Mark Pepper with submissions, tips, dead links, or suggestions.

segunda-feira, outubro 27, 2008

I Congresso de Tecnologias na Educação - primeiro dia

Começou hoje o I Congresso de Tecnologias na Educação!

E já começou com a corda toda! De acordo com informações do blog do evento foram 1265 inscritos, sem um centavo gasto com papel para divulgação do evento, sequer em deslocamento de palestrantes ou participantes.
Tem palestras, artigos e relatos, além de oficinas (que só 145 conseguiram se inscrever), onde vemos autores de todos os cantos do país e de fora (vejam o mapa). E o mais legal: cada um desses textos é seguido de um fórum onde vemos um papo animado com pessoas com as mais diversas formações, de vários recantos deste país e afora, trocando e construindo e reconstruindo conceitos juntos! E viva a diversidade!
ou melhor: e que a diversidade deixe viver! isso pq vejos que pessoas com conceitos às vezes até opostos, tentam discutir, tentam entender as práticas e construir novas práticas juntos. isto sim, é impagável.

quarta-feira, outubro 22, 2008

Pierre Levy em Salvador - Fronteiras do Pensamento

Ontem tivemos a luxuosa possibilidade de participar da palestra de Pierre Lévy em Salvador, através do programa Fornteiras do Pensamento.*, **
Por incrível que pareça, a vinda dele foi possibilitada porque outro palestrante não pôde vir.

Mas foi ótimo. Foi um apanhado fantástico de muitas das coisas que ele já apresenta em seus livros. Ele se deteve um pouco no aspecto de que a nossa sociedade e formada por camadas sobrepostas, ou extratos, da oralidade, da escrita, do alfabeto, chegando até a comunicação em rede. Esta, por sua vez, tem toda uma evolução histórica que a configura da forma como é na atualidade. Ele apresentou isso também na forma de camadas, que mais ou menos se sobrepoem (uma não elimina a outra, mas a transforma).
Ele fez um apanhado desta tendência da web 2.0, com seus espaços comunicacionais, reforçando ainda mais a sua teoria da inteligência coletiva. E, neste aspecto, chegou ao ponto que mais se deteve em sua palestra: a web semântica.
Vejamos, se eu me localizar em uma época onde as informações chegam até as outras pessoas através de livros, o caminho para achar a informação é ir até onde se concentram os livros, como por exemplo uma biblioteca, que usa um sistema numérico para classificar e organizar seus materiais. Porém hoje, com a web 2.0, como cada um é potencialmente autor de conteúdo, eu tenho uma infinidade de fontes de informação. Esta informação, por sua vez, é produzida dentro do repertório de cada um, e não de acordo com um jargão padronizado acadêmico. Hoje temos uma infinidade de informações sendo produzidas e divulgadas em todas as línguas (e não apenas em algumas dominantes), com vocabulários tão peculiares quanto a produção desta informação.
Então a web caminha para um grande emaranhado de informações disconexas? Estamos caminhando para que isto não aconteça, por isso o esforço deste pesquisador e seus colaboradores: desenvolver uma web semântica que reconheça e interligue aspectos similares e próximos de um certo tempo, ao mesmo tempo que afaste os aspectos que não dizem respeito ao mesmo tema.
A complexidade desta intenta pode ser parcialmente visualizada através do social bookmarking. Pra quem não conhece, bookmarkink é esse sistema de marcadores (tags) que cada um usa para classificar suas coisas (fotos, vídeos, posts do seu blog...). O social bookmarking é quando eu construo este sistema de marcadores com outras pessoas, partindo do que já foi construído e colabaroando com um conjunto que é disponibilizado para os outros. Eu posso convidar amigos ou construir isto em um espaço "público". Temos exemplos disso como o Delicious, o Digg, Rec6, ou mesmo o Technorati.
Isso funciona mais ou menos assim: eu classifico o meu material de acordo com algumas palavras-chave. Outra pessoa faz o mesmo. E outras também. O sistema então vai agregando tudo o que é marcado com uma determinada palavra. Isso é muito legal, porque cria um sistema de indexação voltado para o que e como é produzido, pois eu passo a ter assuntos novos (fenômenos que não existiam a algum tempo atrás e, portanto, não fazem parte dos sistemas de indexação tradicionais). Esse sistema de indexação onde o próprio produtor escolhe como seu material deve ser marcado, privilegia as linguagens próprias de sua produção, pois não faz sentido se eu produzo alguma coisa sobre a cultura baiana mas tenho que indexar esta produção com palavras padronizadas de um sistema americano...
Por outro lado, isso cria uma verdadeira balbúrdia linguística:
- existem diferentes palavras para falar da mesma coisa: como uma máquina vai saber que estamos falando da mesma coisa?
- se eu classificar meu material com a palavra no singular e vc no plural, caímos na mesma pergunta anterior...
- neologismos, siglas...
- tem também o fato de que uma mesma palavra tem vários significados: como uma máquina vai saber se eu falo da broca da furadeira ou da broca (aquele verme) que comeu a minha roupa?
- e sem falar também isso que eu coloquei acima das línguas: hoje temos muito mais visibilidade para as diversas línguas faladas no mundo. Se a algum tempo atrás o que determinava a língua em que um material seria publicado eram os grandes centros produtores de informação (a maioria concentrado em locais onde a língua inglesa é falada), hoje o que determina a língua da publicação é a língua falada pelo próprio autor, uma vez que a informação é publicada sem intermediários... Imagine o que isto representa para a língua chinesa por exemplo.
- ainda na questão das diferentes línguas faladas, temos o fato de que nenhuma língua é estática, a menos que já esteja morta (e mesmo assim ainda tem diferentes ressignificações..). Ou seja, se eu classifiquei meu material com uma palavra usado hoje, quem garante que ela ainda estará em uso daqui a alguns anos?

eu ainda acrescentaria outro aspecto nesta lista de Lévy, que estamos passando agora aqui nos países de língua portuguesa: vamos passar por uma reforma ortográfica que vai mudar a grafia de várias palavras e, mais do que isso, vamos conviver durante alguns anos com diferentes formas de grafias e, depois destes anos, é provável que isso tudo resulte em uma terceira forma de escrita que não temos a menor idéia de qual será!

Depois disso tudo, fica até difícil de entender como as pessoas se entendem... Mas se entendem justamente pelo aspecto humano das relações, e talvez aí resida a provável solução para o problema da web semântica: as redes sociais estão sendo cada vez mais apropriadas por diferentes pessoas, em diferentes contextos sociais, tornando as comunidades virtuais cada vez mais povoadas por diferentes vozes, que as vão construindo e reconstruindo a cada dia que passa.

Mas essa é a minha maneira de ver o assunto...

Nem todo mundo analisou desta forma. Um exemplo foi o próprio Muniz Sodré, que não concordou com uma série de aspectos abordados na palestra de Pierre Lévy, como a questão do tempo-espaço e as relações econômicas. Ele fez comentários, inclusive, que me deixaram bastante inquieta. Tão inquieta que pretendo fazer outra postagem dedicada a comentar tais comentários (desculpe pela redundância)

Vale a pena ver também como os jornais locais registraram o evento:
A Tarde: Pierre Lévy vê evolução da web com otimismo
Tribuna da Bahia: Conversa sobre Cibercultura
A Tarde (entrevista): "Estamos na pré-história da civilização digital"

Sule, que tava comigo, tb comentou lá no blog dela!

* a foto de Pierre Lévy foi retirada do site do evento, acesso em 22/10.
** este foi o ingresso que eu usei. Foto minha.

terça-feira, setembro 30, 2008

Chega do eu acho e achismos

Temos novamente aqui a Vanessa trazendo contribuições incríveis.
Vale a pena ver o post Chega do eu acho, bem como passear pelo blog todo.

o texto em questão aborda, de forma muito inquietante, a questão das pessoas que se apropriam de algumas tecnologias em formações de professores sem sequer experimentá-las.
Eu complementaria com mais um vírus que vem tomando conta dos discursos sobre algumas TIC: o achismo. Eu concordo que a experiência pessoal é imprescindível para a construção de conceitos, acredito inclusive que só ela possibilita a apropriação e construção de conhecimentos. Mas fazemos isso pautados em que? no vento? Onde ficaram as leituras e as experimentações?

segunda-feira, setembro 29, 2008

Projeto Software Livre Educacional - Lista de softwares educativos -

O Projeto Software Livre Educacional tem um blog que deveria ser leitura obrigatória. Tem muita coisa interessante, como esta Lista de softwares educativos

Um colega nosso do grupo de pesquisa fez uma ressalva: nem todos são open source, como o JClic, o CmapTools.

Este projeto também é parceiro do Classe (que classifica e cataloga softwares livres educacionais) e do Bússula Educacional (um grande bookmarkingn de quase tudo que relaciona sofwtare livre e educação - tem blog, comunidades, softwares...).

quinta-feira, setembro 25, 2008

teachertube

tem muitos vídeos voltados para a sala de aula

www.teachertube.com

eu, sinceramente, tenho lá minhas dúvidas se vale a pena sair dividindo tudo em "é educativo" ou "não é educativo". Se educamos para o mundo, ou melhor, para o contexto atual onde todos vivem, tudo não seria educativo?

segunda-feira, setembro 22, 2008

Web currículo no second life: palestra de Marco Silva

Hoje e amanhã acontece o I SEMINÁRIO WEB CURRÍCULO – Integração de Tecnologias de Informação e Comunicação ao Currículo, promovido pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP. Você pode conferir mais detalhes na página do evento e no blog.
Hoje eu só consegui participar de uma das palestras, mas foi em grande estilo: Currículo e docência online, com Marco Silva (UES, UERJ). Eu e uma galerinha já conhecida participamos de dentro do Second Life, na ilha Ricesu.



É interessante que sempre que esse tipo de situação acontece (várias pessoas que se encontram no sl p ver uma palestra q acontece presencialemente), vemos algumas coisas interessantes:
- se estabelece um universo paralelo ao presencial, pois enquanto víamos a palestra, todos os presentes no sl comentavam sobre aspectos que interessavam e teciam uma rede que, por horas era paralela e por outras se entrelaçava com a palestra presencial. Imagine se faríamos isso se estivéssemos dentro do auditório! Nota-se que ali cada um comenta livremente o que acha interessante, outros apresentam outros links, enriquecem com outros aspectos, questiona, critica... Isso acaba fazendo com que estas pessoas se aproximem pelos interesses comuns (todos os que estavam ali se interessavam por web currículo), expandindo suas redes sociais.

note que em certa hora discitíamos até com o palestrante! Marco é esse que está perto do centro (a esquerda), teclando, de camisa cinza.


acompanhávamos o vídeo pela transmissão do evento e ouvíamos o audio (q era até melhor q da própria transmissao em vídeo), além de conversar com os outros. eu estava o tempo todo com as duas janelinhas abertas



- no final do evento nós acabamos aparecendo no telão do evento. Pena, fiz uma captura de tela mas não funcionou. Mas foi muito interessante: nos foi dada uma oportunidade privilegiada de, depois de nossas discussões internas, perguntar ou comentar com os palestrantes ou mesmo com os outros participantes que estavam no auditório do evento.
O palestrante tb tirou foto de todos que estavam no second life e colocou no blog do evento. Na verdade no momento da palestra quem estava conosco era o avatar de Marco, "pilotado" por outra pessoa, que recebia quem chegava e instigava as discussões que emergiam. Muitos se deram conta disso só algum tempo depois. Nessas condições, interagíamos com Marco?


Porém, disso tudo que vivenciamos hoje, o que mais me chamou a atenção foi um pedacinho da conversa que eu extraí e apresento abaixo:

[13:55] marconi Sorbet: acho que estamos usando o espaço do tuca arena de um modo muito interessante
[13:55] marconi Sorbet: é uma verdadeira arena agora pela primeira vez
[13:55] marconi Sorbet: ou pelo menos como não se via desde a grécia antiga
[13:55] Grace Sigal: é mesmo
[13:56] You: como esse espaço era usado das outras vezes?
[13:56] Violet Ladybird: hehehehe
[13:56] You have offered friendship to Grace Sigal
[13:56] marconi Sorbet: normalmente o ator fica no centro do palco
[13:56] Grace Sigal is Online
[13:56] marconi Sorbet: e o público não interfere
[13:56] You: fazendo exatemente o que marco está criticando hehe
[13:56] marconi Sorbet: isso mesmo
[13:56] Grace Sigal: hahahahah
[13:56] You: alunos sentados escutando até na segunda vida
[13:56] Violet Ladybird: hehehehe
[13:56] You: se na primeira já nao fosse chato o suficiente...
[13:56] Genesis Waydelich: fantastico
[13:57] Grace Sigal: eh mesmo
[13:57] You: chatice 3D
[13:57] Grace Sigal: mas esse eh um espaço para interacao, nao é mesmo?
[13:57] marconi Sorbet: o mundo plástico é aquele em que estamos
[13:57] marconi Sorbet: em que o aluno manipula a mensagem
[13:57] You: acho q a questao nao é nem ser chato ou nao, mas anular as potencialidades do espaço
[13:58] zappas Romano: obrigado
[13:58] Violet Ladybird: Infeliamente esse'ainda é o modelod das nossas palestras


No momento Marco Silva falava que de nada adianta usarmos os espaços web e as tecnologias apenas como uma interface...
Foi então que eu notei que a minha angústia (será o sl só mais do mesmo?) não é apenas uma preocupação minha, mas é uma extensão de todas as nossas preocupações com a educação online como um todo: o que viemos fazendo com nossos espaços de educação online? qual é a função da figura do professor? como deve ser desempenhado o papel da instituição de ensino? através de quais espaços (ou a gestão dos espaços) e através de qual currículo?
É a partir deste momento que minha angústia deseperada começa a ganhar alentos de inquietação para a pesquisa!

dicas de Português

Como é bom ler um texto bem escrito!
Confessor que muitas vezes este poder foge por entre nossos dedos. Escrevemos com pressa, sem cuidado. Nos preocupamos com o conteúdo, sem dar atenção para a forma. Mas e quando a forma altera o conteúdo? Essa postagem sobre a vírgula é um exemplo.

E então seguem algumas dicas para não matarmos nosso amigo Português:
Academia brasileira de letras - tem as normas da língua
Dicionário Priberam - é em pt de Portugal, mas dá uma boa mãozinha mesmo para os brasileiros
Gramática online - traz vários exemplos
Normas da ABNT - esse é só um resumo, mas já serve no sufoco

quarta-feira, setembro 17, 2008

Editores online de imagens

um amigo me indicou umas ferramentas interessantes para editar imagens online (alguns deles colaborativamente), vale a pena dar uma olhadinha:

http://www.splashup.com/
http://www.fixpicture.org/index3.html
http://www.fanstudio.ru/index2.html
http://draw.labs.autodesk.com/ADDraw/draw.html

essa é uma das tendências da web 2.0: "a web é o desktop", pra que eu vou gastar espaço em disco com software e arquivos se eu posso ter tudo na web, editar de onde eu estiver, e trabalhar com outras pessoas?

Indicação de blogs - aprendendo sobre blogs

Seguindo a linha de professores-blogueiros que ajudam outros professores a criar, manter e incrementar blogs, tenho a sugestão de dois colegas que tem contribuido imensamente neste aspecto. São eles:
Tutoriais pedagógicos do prof. RC. - ali tem um tutorial melhor que o outro, sempre olhando para novos espaços e dando dicas preciosas.
Blogues para professores - é na verdade um curso sobre blogs em contextos educacionais. Vale a pena visitar (e comentar...)

quinta-feira, setembro 11, 2008

Mais materiais usados em oficinas de blogs

Olhe que interessantes estes materiais utilizados pelos colegas em oficinas de blogs:
Ciberespaço na Educação Sobre blogs e Leitura e escrita através dos blogs
Tecnologias aplicadas a educação
Edu2.0
Referências e outras leituras

Tutoriais/passo-a-passos sobre blogs

A pouco tempo contribuí numa oficina de blogs. A oficina aconteceu em um curso de Pedagogia que é ministrado boa parte a distância, em uma cidade no interior da Bahia. Na oficina deu tempo somente para fazermos as coisas mais básicas, como criar a conta e o perfil. Não deu para fazer outras coisas que eram necessárias, então só mostramos (em apenas um computador) como fazia e combinamos que cada um tentaria fazer depois. Para ajudar nesse processo, disponibilizamos alguns tutoriais/passo-a-passo de como fazer algumas coisinhas e gostaria de compartilhar:

créditos:

Passo-a-passo criado por Adriane Lizbehd Halmann e Joseilda (Sule) Sampaio para a Oficina de Computação (set/2008), uma atividade do Programa de Formação Continuada de Professores/Curso de Pedagogia, oferecido pela Universidade Federal da Bahia, em parceria com a prefeitura municipal de Irecê. Esta obra está licenciada em Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial 2.5 Brasil License.

terça-feira, setembro 09, 2008

ferramentas de busca e index que rodam o mundo

Para quem quer fugir um pouco do google, tem essa outra ferramenta de busca:
http://www.answers.com
não entendi direito porque, mas ele apresenta prioritariamente informações em inglês (ao contrário do google qdo estou no Brasil)

Dali tb achei um indexador interessante
http://cat.inist.fr/

e não é que eu me achei lá?!?!?!!?!?!!!

quinta-feira, setembro 04, 2008

Bê-a-Blog

Vale a pena ver a cartilha Bê-a-Blog, feita por Nospheratt e lançada neste último final de semana. É simples, criativa, bem escrita, abordando assuntos relevantes para quem está começando um blog.
Eu vi e recomendo. Só faço uma ressalva na indicação: a autora indica que é pré-requisito para ter um blog ser um exímio webnavegador. Porém, temos visto que os blogs podem ser um bom caminho também para os que estão começando, exatamente como forma de aproximação. Dessa forma, a autora da cartilha dirige a linguagem e as dicas para quem já tem essa familiaridade. Não é um problema, simplesmente uma característica.

A autora também traz em seu blog várias dicas de como deixar um blog criado no blogger com uma cara bonitinha... vale a pena ver!

domingo, agosto 31, 2008

Revisitando blogs

Muitos falam de blogs, mas o que é isso? A palavra blog, na verdade, é uma simplificação de Weblog, que é a junção de Web (rede, teia) com Log (registro). A palavra blog pode ser usada para quaisquer registros freqüentes de informações feita no meio on line. Porém, ela geralmente é utilizada para um tipo específico de páginas, feitas em provedores ou hospedeiros como o Blogger, Wordpress, Livejournal, entre outros, que facilitam muito a publicação de qualquer informação. Os usuários que mantêm blogs são chamados de "blogueiros" e, quando se juntam vários blogueiros em uma comunidade virtual, dizemos que está formada um blogosfera.Nosso objetivo aqui é trazer subsídios para que você se torne um blogueiro e participante da blogosfera mundial!
Focaremos principalmente nos blogs voltados para a educação. Não que eles sejam os únicos (de forma alguma!), mas é um campo muito rico e de nosso interesse no momento. Se você está se perguntando por que você, professor(a), criaria um blog, é interessante que leia o texto Sete motivos para um professor criar um blog, de Betina von Staa.

Encontramos os mais diferentes tipos de blogs, com os mais variados objetivos:
- Visibilidade de ações
- Atividades com alunos
- Incentivo a leitura e escrita
- Reflexões pessoais ou da atividade pedagógica
- Diário de bordo, relatos
- Intercâmbio de idéias, produções coletivas
- Memória pública ou coletiva, portflólio, painel sócio-histórico
- Narrativas
- Repositório
- Blog coletivo (escola, turma...)
- Comunidades de blogs
Para ver estes exemplos, você vai vivenciar um dos princípios da cibercultura: a inteconexão. A maioria dos blogs se liga a tantos outros blogs através de links. Alguns até se agregam em comunidades como é o caso da Internet e Web na Educação (Blogs Educativos), ou do Lablogatórios. Vamos navegar?

__
Agora que você já viu alguns blogs, vamos colocar a mão na massa e fazer o seu?
Pense em aspectos como o que identifica ou diferencia seu blog? o que você pretende fazer nele? sobre quais assuntos/temas você pretende abordar? você está sozinha ou com outras colegas?

se você ainda quer saber mais, procure outras fontes, busque outras referências
uma sugestão é olhar o material da oficina de blog disponibilizado pela professora Sintian Schmidt.

sexta-feira, agosto 29, 2008

SloodleMoot

www.sloodle.org

Got a question about the SloodleMoot? Don't hesitate to IM Giannina Rossini or Christopher Flow

pena q já foi... mas fica a referência

quarta-feira, agosto 27, 2008

Revista Meio Digital - twitter

O twitter vem se destacando nas formas contemporâneas de comunicação.
Depois de participar do curso "Tendencias em comunicación móvil y móbile web 2.0: de usos lúdicos a usos empresariales", com Hugo Prado, autor do livro Planeta Web 2.0. Inteligencia colectiva o medios fast food, onde o assunto foi tb abordado, agora me deparo com a revista Meio Digital, cuja reportagem de capa aborda o twitter.

Twitter é uma rede social e servidor para microbloggin que permite que os usuários enviem atualizações pessoais contendo apenas texto em menos de 140 caracteres via SMS, IM, e-mail, site oficial ou programa especializado.

Tem tb o Twitter Brasil, um blog em português com tudo o que há de novo da coisa, uma ótima referência para quem quer conhecer melhor a ferramenta e suas potencialidades.

Um exemplo é o twitter de Nelson Pretto.

Agora sobre a revista Meio Digital: primeiro eu fi a edição impressa e gostei muito do conteúdo. Depois eu acessei digital e fiquei impressionada: é realmente atraente. Pena que chega uma hora q vc quer copiar um trechinho e não pode, quer comentar alguma coisa e não pode, quer saber a opinião de outros leitores e não pode...
Lá na página 11 (o troço tem q ir de pg em pg) vem anunciando o tema da próxima edição: O formato introduzido pelo Twitts, de mensagens curtas de texto alterando o destino e as atividades dos usuários, irá se transformar em um aplicativo tão usual em nossas vidas como o e-mail?

minha opinião: vai, tanto quanto outros espaços da web2 (que nem todos usam). Essa idéia inova no sentido de que, em tempos de fluxos muito rápidos, é coerente ter um espaço para publicar pequenas frases, dicas, lembretes... mais legal ainda é poder receber isso (de vc, amigos...) em seu celular em uma alternativa muito mais barata do que os tradicionais sms, daí "alterando os destinos e as atividades dos usuários"
o que você acha?

Bibliografia de Cibercultura

Bibliografia de Cibercultura ( http://bibliografia decibercultura. blogspot. com/
é o novo blog de Alex Primo.

Ali ele traz algumas listas muito interessantes sobre temas da cibercultura, como
Cibercultura (geral)
Hipertexto
Redes sociais online
Web 2.0
Inteligência Coletiva
Interação homem-máquina
Provavelmente nas próximas semanas teremos novas seções (como inteligência artificial, consumo online, ciborgue, etc.)

O blog também tem uma estrutura interessante: além dos posts, a coluna direita tem uma série de outras informações, como um índice das bibliografias, o link de assinatura, links de outros blogs, vídeos, enquetes, quadrinhos...

vale a pena!

a opinião forma a memória?

A opinião constrói e fabrica a memória. Esta foi uma fala de Pierre Laborie, na conferência Memória e Opinião, no Seminário Internacional Culturas Políticas, Memória e Historiografia, que se realiza na UFF, Campus do Gragoatá, Bloco O, auditório do ICHF, entre os dias 26 e 29 de agosto de 2008, transmitido pelo site www.uff.br/webtv
Essa fala me chamou a atenção. E mais, ele diz que a memória não são os fatos do passado, e sim, uma representação que fazemos sobre os fatos que vimos, ouvimos ou vivenciamos. Dessa forma, essa memória é uma construção, uma representação, que se mescla com o que vivenciamos no presente, provocando assim uma releitura do passado, ele é assim reconstruído (para cada pessoa) a cada dia.

terça-feira, agosto 26, 2008

iNada, uma Revolução Tecnológica

muito interessante esse conto de Alberto Grimm...

será que não estamos fazendo iNada?

segunda-feira, agosto 18, 2008

mapas conceituais - twiki draw

já a algum tempo (acho q desde 2004-2005) venho observando algumas coisas fantásticas feitas no twiki draw, que nada mais é do que uma ferramenta de desenho com edição online coletiva. Funciona com um comando simples se o plugin estiver instalado no servidor. A idéia é fantasticamente simples e tem várias aplicações, dentre elas a elaboração de mapas conceituais. Substitui com êxito softwares proprietários como o cmap, e dá muitas outras possibilidades do que os softwares livres (ao menos os que eu conheço) que fazem mapas.

quem ainda espera que nosso cpd consiga instalar este plugin, pode dar uma futucada no que nossos hermanos andam fazendo:
http://www.wikidraw.com.ar/
http://wiki-draw.blogspot.com/

sexta-feira, agosto 15, 2008

e-books

O Pld (Projeto Democratização da Leitura) é uma Biblioteca Virtual Gratuita que reúne várias iniciativas de disponibilização de livros na web, com espaços, inclusive, para discussão:




O EbaH é outra iniciativa de compartilhamento de livros, apostilas... e tudo mais que você puder imaginar



Além destes temos o 4shared
e o engine
Projeto Gutenberg

Domínio público de músicas - Free sound library

Biblioteca Digital Camões, o Instituto Camões (IC) disponibiliza online cerca de 1.200 documentos da cultura portuguesa dos últimos cinco séculos. A partir de agora estarão disponíveis online textos literários, pautas musicais e ensaios e estudos científicos, entre outros, perfazendo um conjunto de mais de 1.200 documentos referentes aos últimos cinco séculos da história de Portugal, que antes eram de acesso condicionado. Outra novidade é que os documentos podem ser descarregados para o computador ou para dispositivos móveis, sendo possível, desde já, descarregar "Os Lusíadas" para o celular.


Vale a pena ver este post de Manuel Area:

La opinión de las editoriales sobre el futuro de los libros de texto y las TIC

sábado, agosto 09, 2008

sexta-feira, julho 18, 2008

Será o fim da Linden?

O Google lançou um site de experiências virtuais tridimensionais para concorrer com o popular mundo virtual Second Life. O serviço, conhecido como "Lively," usa personagens de mundo virtual operando em tempo real, conhecidos como avatares, e recursos gráficos tridimensionais, reunindo os participantes em salas virtuais.

Veja a análise do Baixaki
Superdownloads

LIVELY

terça-feira, julho 15, 2008

I Congresso de Tecnologias na Educação - 27 a 31 de outubro

sinto até uma pontinha de orgulho:


Em conseqüência da diversidade de trabalhos que o grupo Blogs Educativos produz e que já foram noticiados em diferentes sites e revistas, organizamos este I Congresso de Tecnologias na Educação, totalmente on-line e de forma assíncrona, como forma de divulgar os diferentes usos da tecnologia na escola.

sábado, julho 12, 2008

Webquest

"peço para meus alunos pesquisarem e eles só me apresentam cópias"
não seria o caso de apresentar um contexto problemático que demanda a pesquisa, delimitando melhor as questões a serem pesquisadas, mescladas com atividades colaborativas, indicando fontes e deixando claro o que se espera dos alunos? se for, os webquests poderão ajudar bastante

O que é webquest?
Senac Webquest - explica o que é um webquest, como fazer, traz relatos e links
Webquest na Escola do futuro - referências fantásticas para entender o que é um webquest, além de indicar muitas experiências de uso

Exemplos interessantes: atividades de nossos colegas blogueiros
Mário Quintana - o anjo poeta (Professora Marli, na ocasião do centenário do escritor)
Tour at Paulista Avenue (Professora Veneza, com seus alunos de língua inglesa) - vejam, ela utilizou o próprio blog p estruturar o webquest
Município de Niterói (Professora Jenny)
Insetos

Como fazer um webquest?
EscolaBr - procure Webquest no menu lateral

Referências e banco de projetos
WebquestBrasil - não deixe de visitar: tem links a repositórios e relatos de experiências
Repositório Senac - da mesma página acima, com os exemplos organizados por área
Encontro sobre Webquest - organizado pela Universidade do Minho em 2006, disponibiliza muitos relatos de experiência
Clube do professor - role a página e navegue pelo repositório
Webquest`s Nonio - Repositório da Universidade do Minho. É possível fazer a busca por nível e por área do conhecimento

segunda-feira, julho 07, 2008

quarta-feira, julho 02, 2008

Adriana Amaral fala de ciberidentidades, ciberpunk, cultura kacker

A alguns dias liberaram no youtube uma entrevista com Adriana Amaral (Lady A), para a TV Feevale (cibercubo, promovido por alunos de jornalismo). A entrevista está disponível em quatro partes (1, 2, 3 e 4). Adriana é autora do livro Visões Perigosas: uma Arque-Genealogia do Cyberpunk, uma reescrita de sua tese, onde investigou as transformações dos diversos conceitos de cyberpunk, desde os anos 80 até sua reverberação e presente influência nas múltiplas culturas da sociedade contemporânea.
Abaixo eu comento um pouco sobre cada uma das partes da entrevista (claro q é o meu olhar e que escrevi um pouco mais pelas partes q me "tocaram" +)

Na primeira parte Adriana comenta sobre as ciberidentidades, posicionando-as como uma reconstrução do self (quem somos, quem queremos ser, de que forma nos identificamos perante as coisas) que, de forma alguma se desconecta do que somos fora do espaço online. O que acontece é que somos múltiplas identidades (na família, no trabalho, com os amigos...) e a internet potencializou a exteriorização de diferentes aspectos de nossas identidades em diferentes espaços. Isso é muito influenciado pelas condições que temos de mostrar o que queremos de nós em diferentes espaços, como por exemplo, a algum tempo atrás chamávamos nossos amigos para a nossa casa para mostrar fotos, hoje publicamos (levamos as fotos até as pessoas) quase que instantaneamente, da forma que eu quero mostrar.
Neste contexto Adriana fala do ciberpunk, movimento que vem da década de 60, começando como um movimento literário, considerado um subgênero da ficção científica, ficando à margem (marginal), restrito aos guetos. O ciberpunk é a construção de um imaginário da cibercultura, que envole elementos comportamentais e estéticos e engloba diversas mídias e manifestações da vida cotidiana. Hoje este movimento se desmembra para o cinema, quadrinhos, games, moda... muitas vezes ligado a uma visão de futuro decadente (distopia), cidades tecnológicas, homem-máquina indissociável. Apresenta representações de ciborgues, próteses, implantes, bioeletrônicos, com imagens geralmente estetizadas e extremadas.
Hoje vemos algumas outras atitudes como herdeiras do ciberpunk, como a cultura hacker, fóruns de software livre, eu faço minha tecnologia e minha música e distribuo na rede para outras pessoas, o jornalismo colaborativo, as redes p2p. São elementos de uma contracultura muito influenciada pelo ciberpunk

Na segunda parte Adriana fala do ciberpunk e suas representações na cultura pop.
A idéia do ciberpunk é influenciada por Frankenstein e Neuromancer, sendo que o cinema é um dos principais vetores desta idéia. Adriana também comenta as influências do ciberpunk nos games, onde sua própria construção é um exemplo deste movimento. Os games apresentam elementos estéticos muito característicos do ciberpunk.
Porém, segundo Adriana, a literatura seria um dos principais inlfuenciadores. Ela cita Steven Johnson, que comenta que não seria quem é se não fosse a sua representação nos livros.

Na terceira parte Adriana comenta a trilha sonora do ciberpunk: música eletrônica e suas hibridações.

Na quarta parte é desenvolvido o tema moda e comportamento.

No final, quando é solicitado para que Adriana defina ciberpunk em três palavras, ela coloca como chave a distopia, relação homem-máquina e obsolescência do homem

sábado, junho 28, 2008

Farol do forte e Via peregrina

Criada por Nakamura, um dos pesquisadores do Second Life e Educação, o Farol do Forte, ligado ao Via peregrina, disponibiliza e publica livros...

46% dos que acessam com frequência a internet tem blog

Vale a pena ver esta postagem do blog de Lino Resende, onde ele comenta os dados do NetRatings do Ibope

Second Life e Educação - Capítulo Rio

Aconteceu hoje, no Rio, o evento
Second Life e Educação - Capítulo Rio
Web 2.0 - Second Life - Software Livre
Novos Ambientes para uma Nova Educação!!
foi transmitido dentro do Second Live, no Fortes Perez Cultural, onde eu estava presente.

eu no auditório do evento.
tinha que tirar uma fotinha junto do cartaz...


apesar de prestigiado por poucas pessoas, o evento teve momentos muito interessantes.

eu e alguns outros poucos participantes
instantes antes da visita a unisinos


Um estes momentos ímpares foi quando fizemos uma visita virtual às instalações da Unisinos, visitando sua Biblioteca, auditório, sala do grupo de pesquisa GPe-Du Unisinos, instalações idênticas às que existem no campus "físico" daquela universidade, bem como instalações virtuais, com espaços destinados à publicação de tutoriais, artigos e alguns outros conteúdos digitais interessantes.

esta era a visão do palestrante
eu sou esta fazendo pose p a foto na primeira fileira

Outro momento muito interessante foi a palestra de Nakamura (Nakamura Offcourse) que, diferentemente do que foi anunciado, mas não menos interessante, abordou aspectos da web2.0. Ele trouxe elementos como a tendência de a web substituir os pacotes de softwares que precisam ser instalados no computador e os bancos de dados que eram presos às máquinas. Muito do que ele abordou contribuiram para a reconstrução do artigo sobre Twiki que estamos construindo e outro artigo sobre Bordas de nuvens (que em breve estará disponível)...
Nakamura inseriu neste contexto de web 2.0 o second life e, posteriormente, o sloodle, abordando aspectos como, inclusive, a instalação do sloodle. Além disso ele percorreu algumas das possibilidades do sloodle. Foi uma pena, ele não aprofundou estes elementos.

Outro aspecto que me deixou bastante desejosa foi que os organizadores não disponibilizaram os vídeos e demais materiais utilizados pelos palestrantes.

Para quem ficou com vontade, vale a pena entrar na página do evento e, em alt tab, ir visitando espaço por espaço dentro do second life. Muitas surpresas...

sábado, junho 21, 2008

Blogs na Educação: Construindo Novos Espaços de Autoria na Prática Pedagógica

clique no quadradinho abaixo p ver o artigo em pdf na forma de livro




sexta-feira, maio 16, 2008

problema e problemática na pesquisa social, hipóteses

Vendo um pouco mais sobre problema e problemática, achei este texto.
Ele traz uma reflexão muito interessante sobre as hipóteses na pesquisa social.

[PDF]
O Problema de Pesquisa – como começar
Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - Ver em HTML
realidade social/expressional da Comunicação. Para começar a elaborar o Problema da Pesquisa. Sabemos, então (aproximadamente) o tipo de problema que nos ...
www.comunica.unisinos.br/pos/_apoio/item1/7.pdf

domingo, maio 04, 2008

Salve o planeta

Animais salvam o planeta

desenhos lindos de animais com atitudes que salvam o planeta (vc tb pode!)

http://www.animalssavetheplanet.com/

sexta-feira, março 28, 2008

terça-feira, março 25, 2008

Ainda estudando francês online

Depois de divulgar uma preciosa lista de sitios que ajudam a estudar francês, venho atualizá-la com mais dois, complementares:
BabelMundo Frances - http://www.babelmundo.com.pt/frances/
BeepWorld - http://www.beepworld.it/members97/francs/

sábado, março 22, 2008

Artigos interessantes - Revista Faced

Segue abaixo algumas anotações sobre artigos interessantes publicados na Revista Faced:

Ciência e Educação na Contemporaneidade: Alguns Tópicos para Reflexão
Maria Couto Cunha

Educação Científica e a Idéia de Informação: Alguns Fundamentos Epistemológicos
Robinson Tenório

e-Learning: estratégias de formação e desenvolvimento econômico
Maria Helena Silveira Bonilla

Fenomenologia das Novas Tecnologias na Educação
Paulo Gileno Cysneiros

Comunidades virtuais: os relacionamentos no Orkut
Edvaldo Souza Couto e Daisy da Costa Lima Fonseca

A Viagem: Um espaço-tempo de aprendizagem multirreferencial privilegiado para a difusão do conhecimento
Biagio M. Avena
Teresinha Fróes Burnham

A formação do professor e as tecnologias da informação e comunicação: desafios contemporâneos
Daisy da Costa Lima Fonseca
Simone de Lucena Ferreira

Jornal na escola: estratégias de uso para a construção de cidadania
José Péricles Diniz Bahia, Pedro dos Santos Bahia e Violeta Diniz Bahia
Edivaldo Machado Boaventura



Não-lugares

por indicação de meu orientador, estou lendo
AUGÉ, Marc. Não-lugares: introdução a uma antropologia da
supermodernidade. Campinas: Papirus, 1994. (Coleção Travessia do Século).

para quem quiser uma aproximação rápida, vale ler uma resenha de Flávia Rieth, Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 1, n. 2, p. 270-271, jul./set. 1995.

para saber um pouco mais do autor, tem a conferência
Marc Augé, « Le métier d’anthropologue », Conférences Marc Bloch, 2006, [en ligne], mis en ligne le 17 juillet 2007. URL : http://cmb.ehess.fr/document192.html. Consulté le 22 mars 2008.

Vale a pena ver

Virtual Illusion
este é o blog de Nelson Zagalo, onde aborda vários temas das Ciências e Tecnologias. Professor da Universidade do Minho, estuda, entre outras coisas, realidade virtual.
Ele apresentará a palestra
Ambientes Virtuais 3D (Second Life)
no

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

Léa Fagundes critica a pesquisa da Unicamp

Léa Fagundes critica a pesquisa da Unicamp (que conclui que o uso de
computadores na lição de casa está relacionado à queda nas notas dos
estudantes – "sobretudo os mais pobres". ) em vídeo e em áudio. Tem
também comentários aprofundados (diria eu, um verdadeiro artigo) do
prof. César Nunes, do Núcleo de Pesquisas em Inovação Curricular da
Faculdade de Educação da USP.

a íntegra da palestra da Léa na Campus Party

http://www.educared e.org.br/ educa/index. cfm?
pg=revista_educared e.especiais& id_especial= 295

ou a partir da home: http://www.educared e.org.br
abçs

domingo, fevereiro 17, 2008

Conectado

Conectado - "Impactos da rede na mídia"

Ele foi escrito pensando no profissional da comunicação que
aprendeu a trabalhar usando o broadcasting e que agora está tendo que
se reinventar com a internet.

Ele tem 3 mega e pode ser carregado neste link:

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Reflexões sobre informação e conhecimento

Tal como sucedeu no ano passado, a Fundación Ciencias de la Documentación de Espanha acabou de publicar um novo livro que é uma compilação de 104 artigos/ensaios sobre a sociedade de informação e o conhecimento, escritos por 40 autores de 15 países.
Intitulado "Firmas 2007 - Reflexiones Multitemáticas de Filósofos de la Información y el Conocimiento", esta compilação inclui textos de grande interesse, escritos em torno de objectivos comuns de construção de uma cultura de informação igualitária e não discriminatória.
A Fundação alojou a versão digital deste documento na plataforma Pluridoc, podendo ser descarregado gratuitamente a partir do seguinte link:
O livro anterior desta colecção ("Firmas 2006") também já tinha sido disponibilizado no Pluridoc, pelo que os interessados que ainda não o tenham descarregado poderão aceder também a esse livro a partir do seguinte link:

Elephants Dream - primeiro filme-livre do mundo

Elephants Dream - primeiro filme-livre do mundo

Elephants Dream é um curta-metragem de 10 minutos lançado sob a licença
Creative Commons.

Todos os arquivos utilizados na composição do filme estão disponíveis em

http://orange. blender.org/ download

O filme também está disponível para download na mesma página. Inclusive
em alta resolução (HD).

As legendas em português estão em anexo para quem resolver baixar o
arquivo do filme em 1024x768:

http://ftp.drazzib. com/mirrors/ elephants- dream/Elephants_ Dream_1024. avi
(425 MB)

Ou seja, somos livres para desenvolver versões alternativas desse curta
e no processo aprender as técnicas envolvidas.

Outras informações:

http://blogdodez. atarde.com. br/
Sonho de Elefantes e Pingüins
10/02/2008 às 17:22

http://www.youtube. com/watch? v=bsGEWHNJ3s8& eurl=http: //www3.atarde. com.br/blog/ blogdodez/

sexta-feira, janeiro 25, 2008

metodologia e cibercultura

Denovo vou usar este espaço parafraseando a participação em uma lista de discussão para expandir a conversa. Uma amiga mandou uma dúvida sobre métodos de pesquisa no ciberespaço e, como esta é uma questão que me inquieta a algum tempo, não pude deixar de 'dissertar'. Em verde vai o q ela perguntou e em azul o q eu respondi.

Oi pessoal,

Uma das disciplinas que fiz na Universidade de Aveiro em Portugal enviou pra mim o seguinte questionário de avaliação http://wsl2.cemed.ua.pt/ase/
Achei interessante a proposta pois sei que é possivel fazermos estes questionários on line e gerar um banco de dados com as respostas (é isso mesmo????) não sei em que linguagem foi feito este questionario mas o pessoal da informatica deve saber ai.
O que eu fiquei pensando é que sempre estamos discutindo no grupo sobre metodologia se tecnicas de pesquisa e que embora façamos discussões sobre cibercultura ainda continuamos usando as vezes técnicas diferentes q não são da cibercultura e sim mais "tradicionais". Será que não poderiamos pensar em novas técnicas? Como? Quais?

Olha, vou dar uma resposta comprida, mas acho q vale a pena compartilhar como foi a coleta de dados da minha pesquisa

Vc já tentou usar os questionários do moodle? é mais ou menos por aí: vc coloca as questões (múltipla escolha, alternativas pré-definidas, resposta discursiva, numérica...) e pode manipular o banco de dados gerado, como fazer disso uma prova, um instrumento de auto-avaliação ou mesmo entrevistas. ali vc tb pode trabalhar um pouco este banco de dados, aferindo estatísticas, comparações, somas... outra opção é, depois de aplicado o questionário, exportálo em um formato comum e levar para um desses softwares q ajudam a fazer análise de questionário. se vc conhece o software é até mais fácil de montar o questionário. é interessante.

Porém, gostaria de colocar aqui minha experiência (denovo): eu entrevistei meus professores blogueiros por mensageiro instantaneo. Primeiro eu fiquei fascinada com a possibilidade de conversar com O blogueiro, aquele que é referência em certo aspecto, seja ele de onde ele for, de qual fuso horário ou qualquer empecílho temporal ou geográfico. Depois eu cheguei ao seguinte impasse: eu tinha um volume enorme de informações que não me diziam muita coisa, e aí eu cheguei a algumas causas para isso:
- quem está do outro lado, sendo entrevistado, geralmente está fazendo mil e uma coisas ao mesmo tempo da entrevista, se perde, não responde o que vc precisa com exatidão, pára, volta, cai, se dispersa com as trocentas outras coisas que tem q dar conta ao mesmo tempo
- não é uma conversa linear: como qqer conversa de msn, vc pergunta uma coisa, o outro responde outra, aí vc vem com novas perguntas, várias ao mesmo tempo, ele dá várias respostas, todas ao mesmo tempo, não responde tudo, aí tem q voltar, retomar, às vezes perde o sentido. Vc tem q ter um cuidado muito grande de pré-estabelecer muito claramente o que vc quer com este entrevistado, se não vc se perde e não chega onde quer
- tem muito lixo e nem tudo é letra: lixo eu quero dizer coisas q não são exatamente da sua entrevista, como comentários nada a ver, aviso q a gracinha do hotmail te faz o favor de mandar no meio da entrevista, aquele nikname de 5 linhas do entrevistado que se repete a cada resposta.... além disso, vc tem o problema de identificar o q é lixo ou não: qual comentário tem ou não similiaridade com o q vc quer. Outro problema é que nem tudo é letra, porém vc só salva o arquivo texto. tipo: aquele wink que traduz muito do que o entrevistado quer dizer, não vai ser salvo no rtf gerado.

Depois de muito bater a cabeça, dou algumas dicas para quem embarcar nessa mesma furada de entrevistar por msn:
- igualmente à entrevista "tradicional", investigue as pessoas e escolha as que realmente podem contribuir para a pesquisa. Delimite no que esta pessoa pode contribuir e estabeleça seus objetivos com ela, onde vc quer chegar.
- configure seu mensageiro para salvar os logs automaticamente, afinal, ninguém está livre de uma queda de luz no meio da entrevista
- salve a entrevista em vários lugares, porém de forma organizada. estabeleça um padrão de nomes para os arquivos. Chegou uma hora q eu tinha tudo organizadinho em um computador e ele queimou... eu tinha backup, mas organização não é meu forte: entrevistas repetidas, trechos faltando... isso me roubou um tempo desnecessário
- salve tudo o que o entrevistado lhe mandar (arquivos trocados durante a entrevista) ou q vc mandar p ele (é, isso tb é importante)
- guarde o arquivo bruto: a cada vez q vc ler terá novas interpretações e, se vc tiver editado logo sobre o arquivo original, não terá mais essa oportunidade
- não deixe para fazer a análise para depois: como eu falei, teve uma hora q eu tinha um monte de dados, mas pouca informação relevante. em alguns casos, se eu tivesse feito a análise logo em seguida, eu poderia ter notado alpectos deficitários e procurado novamente o entrevistado para mais uma rodada
- faça uma coluna do lado ou um bloco de notas e vá anotando sua impressão sobre o q o entrevistado fala, o q tinha no link q ele te passou, as coisas q vc pensou e não escreveu
- faça uma pasta com tudo de cada entrevistado, inclusive um arquivo com todos os dados pessoais que te interessam, para não correr o risco de depois vc não saber mais quem é a pessoa q no dia estava com o nick GatoCorreuPulando...

Hj eu tenho clareza que é uma coisa completamente diferente vc fazer uma entrevista onde vc está na frente do entrevistado, gravando tudo, olhando no olho, pegando (toque), anotando no seu bloquinho de papel, observando o seu espaço... Claro que fazer estas entrevistas desse jeito foi o que possibilitou fazer a pesquisa com estes sujeitos: agilizou, possibilitou trocas muito ricas, eu podia voltar a falar com qqer um deles qdo necessário, não interessando se aqui era 6 da tarde e lá 10 da noite.Tudo conspirava p q eu fizesse dessa forma

mais uma coisa: qqer método de coleta de dados vai dar errado se não for muito bem planejado, antes e no decorrer da pesquisa. idem p a análise

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Crusos no Second Life

Agenda de cursos no Second Life? Bradesco Cultural Virtual? Visita a museus? Lanche no MacDonalds? Isso tudo agora pode ser feito dentro deste espaço de imersão em realidade virtual.
Quem quiser saber mais, vale a pena ver o relato de Eri, uma professora-blogueira que conta como foi participar disto tudo.

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Eu faço parte do Blogs Educativos!

Já tá divulgado, mas nunca é demais relembrar e divulgar denovo.
A lista agora está atulizada, com um bocado de professores-blogueiros a mais e com suas localidades.
Um abração p Fátima e todos os que compoem este grupo de construções, angústias, compartilhamentos, reflexões....